Conselheiros do Compede participam de capacitação continuada em Campo Bom

Desde o mês de julho, o Coletivo Movimento Acessível vem realizando uma capacitação continuada com os conselheiros do Compede – Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, com Transtornos e/ou com Síndrome de Campo Bom, promovendo, mensalmente, momentos de formação e reflexão sobre temas fundamentais relacionados aos direitos das pessoas com deficiência. O Coletivo é uma organização da sociedade civil, fundada em 2025, que atua na defesa dos direitos, inclusão e acessibilidade de pessoas com deficiência, suas famílias e profissionais.

A cada encontro são abordados diferentes conteúdos que contribuem para ampliar conhecimentos, promover reflexões e fortalecer a atuação dos conselheiros na defesa de uma sociedade mais inclusiva e acessível. Até o momento, já foram trabalhados temas como: aspectos históricos da deficiência e o legado da exclusão; o modelo médico e o modelo social da deficiência; a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e a Lei Brasileira de Inclusão (LBI); as seis dimensões da acessibilidade.
Nos próximos encontros, serão abordados temas como políticas públicas de proteção e inclusão, terminologia adequada, capacitismo (preconceito e discriminação contra pessoas com deficiência (PcD), baseado na crença de que corpos e capacidades dentro de um padrão normal são superiores) e o papel do Conselho na garantia e promoção dos direitos das pessoas com deficiência.

A formação é realizada de forma voluntária e ministrada por Fernanda Falkoski, professora, pesquisadora e doutora na área de Educação Especial e membro do próprio Compede. Esses momentos de formação têm sido fundamentais para fortalecer a atuação dos conselheiros, ampliar a compreensão sobre os desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência e qualificar a participação do Conselho na construção de políticas públicas mais inclusivas. Formação, conhecimento e participação social são caminhos essenciais para transformar direitos garantidos em direitos efetivamente vivenciados.

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